Meu nome é Antonio Bovolento Jr.
Sou engenheiro agrônomo pela ESALQ – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, turma de 1986.
Sou especialista em Gestão de Explorações Leiteiras – MDA (Master Dairy Administration) pela Clínica do Leite da ESALQ.
Tenho especialização em Sistemas Argentinos de Produção de Leite, pela Universidad de Buenos Aires.
Sou Master (inconcluso) em Agronegócios pela mesma Universidad de Buenos Aires, com ênfase no estudo das ações coletivas e do capital social no agronegócio.
Em 1986 tive a oportunidade de conhecer a produção leiteira de Israel, e ainda fazer um curso de Manejo e Criação de Gado Leiteiro no país.
Trabalhei por 14 anos em grandes empresas de saúde animal, como Bayer, Novartis e Vallée, nas áreas técnica e comercial.
De 2003 a 2007 residi em Buenos Aires, Argentina, e de 2007 a 2011, em Zürich, Suíça.
Recentemente, tive breves passagens por duas empresas de consultoria, atuando como consultor associado.
A maior parte da minha formação acadêmica foi voltada à zootecnia, mais especificamente à produção leiteira. Tive o privilégio de ser aluno e estagiário dos professores Vidal Pedroso de Faria e Moacyr Corsi, no famoso CPZ – Clube de Práticas Zootécnicas – do Departamento de Zootecnia da ESALQ. Meu convívio com esses dois ícones da produção leiteira foi determinante para minha formação profissional.
O Master em Agronegócios despertou meu interesse também para os aspectos sócio-econômicos da atividade. Deixei de me preocupar apenas com o que se passava com o úbere e o rúmen das vacas, ou com o manejo do pasto. Passei a prestar atenção na maneira como as fazendas leiteiras são (bem ou mal) gerenciadas, ao que acontece da porteira pra fora e em como a cadeia se organiza (ou não).
Em 2014 cursei pela primeira vez o MDA – Master Dairy Administration – idealizado pelo prof. Paulo Machado, outro ícone da produção leiteira, que exerceu enorme influência sobre minha concepção do que é gestão de uma fazenda produtora de leite.
O Agro+Lean – um evento realizado pela Clínica do Leite da ESALQ, também idealizado pelo prof. Paulo Machado – em 2017, foi meu primeiro contato com a mentalidade lean e a simplicidade e obviedade dos seus conceitos e princípios.
Passei a sofrer uma certa “obsessão” ou “ideia fixa” com o lean. Passei a ler inúmeros livros dos principais autores, fiz cursos, participei de reuniões com especialistas. Em 2018 cursei pela segunda vez o MDA, já com uma convicção bastante clara da necessidade inquestionável e urgente de difundir a mentalidade e a prática lean entre os produtores de leite.
Ainda em 2018, tive a oportunidade de assistir o Leadership Summit, um evento organizado pela HSM, com a presença de grandes “papas” da gestão de diversos países. Sem saber antecipadamente da programação do evento, para minha surpresa um dos temas centrais dos painéis era… lean! Era o Universo conspirando para minha “mudança de chave”.
Nessa época achei que era um momento oportuno para uma transformação na minha atividade como consultor, que era hora de me reinventar profissionalmente.
E ao longo desse processo, e depois de cursar o MDA pela terceira vez em 2022, é que foi tomando corpo o Programa LeitePRO, que passo a apresentar.